Amanda Silveira

0
150

Amanda Silveira é jornalista, especialista em Assessoria de Comunicação Institucional e cursa MBA em Marketing de Relacionamento. Embora graduada pela UFJF desde 2002, começou a atuar efetivamente apenas em 2009, há 12 anos. Até lá, dedicou-se à área de Departamento De Pessoal, em empresas de construção civil e quase fez uma nova faculdade, na área administrativa.

Ao decidir voltar para a carreira que ama, em Além Paraíba, foi recebida pelo Jornal MG, para onde nunca deixou de escrever, esporadicamente, ao longo dos anos. Voltou a investir em cursos em sua área e enveredou pela assessoria de comunicação. Trabalhou em assessoria nas Prefeituras Municipais de Carmo e Além Paraíba e na Associação Comercial e Empresarial de Além Paraíba, além de em campanhas políticas. Hoje, atua em sua empresa Você em Pauta, prestando serviços de assessoria para empresas e instituições da cidade e região. Também trabalha com freelancer em produção de textos e apresenta o programa de entrevistas Em Pauta com Amanda Silveira, na Rádio 102,7 FM, onde já trabalhou temporariamente como redatora de jornalismo. Já teve um jornal impresso em Além Paraíba, o Mais Além, em sociedade dom o músico Chris Gar, mas destaca a dificuldade de viver do jornalismo de notícias e apuração em pequenas cidades.

Para a profissional, o mercado há tempos já foi invadido pelas mulheres e o que falta é que se respeitem de fato os direitos conquistados, como igualdade salarial, por exemplo. “A mulher não quer dominar nada. O que ela quer é estar em pé de igualdade com o profissional homem, pois ambos são igualmente capazes de atuar em qualquer setor”, afirma ela. “Eu tive filhos, que acabaram me prendendo no interior, mas não dá pra ficar parado lamentando ou glorificando escolhas, é preciso empreender de onde se está e a mulher faz isso melhor que ninguém. Temos uma capacidade de superar e adaptar incrível!”

Sobre a pandemia, a jornalista afirma que ninguém que tenha o mínimo de consciência sairá impune desses tempos. Para ela, sejam físicas, sejam emocionais, as marcas vão ficar. “Eu aprendi muito com a Covid 19. Tenho o privilégio de trabalhar 100% online e acompanhar meu filho de 5 anos na escola…. Mas, não dá para dizer que está tudo bem! Tem o cansaço emocional, o medo da contaminação, a tristeza de perder pessoas e de ver o quanto tanta gente perdeu a oportunidade de crescer! A preocupação com o desemprego na cidade e no país… É um mix de sensações”, conclui.