A LUZ NO FIM DO TÚNEL É DE LED

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Isso pode parecer um artigo de opinião e talvez seja. Mas o fato de continuar sentado a beira do caminho esperando que alguma solução brote das profundezas da mata mineira e salve toda essa gente com o famoso – e muito citado – milagre econômico, nos coloca apenas na condição de refletir sobre o futuro, sem ação e consequentemente sem reação. A verdade, sem lero lero, é que ele, o milagre, não existe, e mesmo se existisse ficaria condicionado aos que já tem muito e continuam tendo o todo. Mas algumas saídas sempre são pensadas por empreendedores que acreditam no que realmente é verdade, o valor da empresa está na mão de obra, não no lucro.

Pensando nisso, o empresário além-paraibano Clério Rios apostou na tecnologia como uma força motora da economia de sua cidade – e por que não?

Atualmente, 98% dos recursos para tecnologia encontram-se com os países desenvolvidos, e o “gap” tecnológico vem sofrendo aumento, tendo em vista que a moeda do presente e do futuro é a informação. Não, não me refiro a tabloides, mas sim a dados, programas e discurso – facilmente trazido no mercado como marketing. Da ideia do desenvolvimento nasceu a Nível 3 TI, empresa especializada em tecnologia e inovação, situada na Rua Capitão Godoy, em Porto Novo, que presta serviços de tecnologia da informação, consultoria empresarial para negócios estabelecidos e embrionários e marketing. Iniciativa que visa o princípio básico da economia: o dinheiro que eu recebo é o mesmo que você paga.

Startup é um termo da língua inglesa que quer dizer “comece” e esse é o espírito do empreendedorismo, apostar em novas ideias, ler novos nichos de mercado, adaptar seu negócio a novas realidades. Além Paraíba é uma cidade de capital humano imenso, que aos poucos volta aos trilhos do progresso, com talento para novas apostas. Falta qualificação? Falta dinheiro? Investimento? Talvez o que  falte mesmo é acreditar que o plano é agir e que sucesso é uma atitude. Caso contrário, que fiquemos todos parados, com a boca escancarada cheia de dentes, esperando a hora da morte chegar. E o último que apague a luz.

Texto: João Oliveira