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    Beatriz Linhales chega com tudo: estará em peça, série e filme

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    Beatriz Linhales, 19 anos, é uma jovem atriz que desponta no meio artístico em várias frentes. Para começar, Beatriz está no elenco de “Pedaço de Mim”, primeira série melodramática brasileira da Netflix, que estreia no dia 5 de julho, produzida por A Fábrica. Com direção geral de Maurício Farias, dirigida por Clara Kutner, Vicente Barcellos e Maria Clara Abreu, a série protagonizada por Juliana Paes e Vladimir Brichta, tem previsão de estreia em 2024. “É uma honra ter trabalhado com pessoas que estão no meio artístico há tanto tempo. A fama delas é consequência do trabalho, e compartilhar com essas pessoas foi um grande barato. O Felipe Abib, por exemplo, com quem não contracenei, foi muito atencioso com os novos atores nos bastidores. O Rui Ricardo Diaz, com quem contracenei, foi muito generoso ao falar da experiência artística dele nos bastidores, e também muito humilde em cena, dando espaço ao improviso dos jovens. A Juliana Paes também é muito profissional e humilde. Foi uma experiência que me acrescentou muito”, diz Beatriz.

    No teatro, ela assume o papel título da nova montagem da peça “Pluft, o Fantasminha”, de Maria Clara Machado, que estreia no teatro O Tablado, no dia 22 de junho, sob direção de Cacá Mourthé. A peça marca o retorno das temporadas das peças de Maria Clara, após a pandemia. Sobre a importância de fazer este clássico que narra a história do Fantasminha que tem medo de gente, e de encarar o protagonismo no palco profissionalmente pela primeira vez, Beatriz diz: É uma emoção muito grande porque O Tablado te forma enquanto estudante de teatro e enquanto cria. Quem está no Tablado sabe o peso da obra da Maria Clara que respeita a inteligência infantil. Recentemente vi uma entrevista em que ela dizia que se não houvesse o Pluft, ela não seria a Maria Clara. Então, é uma responsabilidade enorme interpretar o Pluft. E tudo isso passa também pela Cacá porque muito da Clara está na Cacá”.

    A atriz também é protagonista, ao lado de Gabriel Portela, interpretando Belinha, em uma das quatro histórias curtas de “Todo Mundo Ainda Tem Problemas Sexuais”, longa-metragem baseado na obra e roteiros de Domingos Oliveira, dirigido por Renata Paschoal, com distribuição da Downtown Filmes, que será lançado ainda em 2024. Beatriz ainda participou do longa “A Miss”, em que Daniel Porto assina direção e roteiro, produzido pelo Cineteatro Produções, por enquanto sem previsão de estreia. Neste filme, ela faz a versão jovem de Ieda, papel que divide com Helga Nemetik. “Esta foi uma produção íntima em que todo mundo era muito legal. A Rose Abdalla, que fez a minha mãe, é a atriz que eu quero ser um dia. Ela faz tudo ao mesmo tempo. Enquanto filmava, estava em cartaz no teatro com ”Só Vendo como dói ser a Mulher de Tolstói”. Ela é super versátil e divertida! E deu muito valor à minha pouca experiência. Ela te olha como profissional, respeitando a sua caminhada”, declara Beatriz.

    No streaming, Bia já pode ser vista em “Álbum em Família”, longa dirigido por Daniel Belmonte e produzido pela Raccord, que está disponível nas plataformas: Canal Brasil, Claro TV+, Oi Play, Vivo Play e Google Play Filmes. Com elenco recheado de grandes nomes da dramaturgia como, por exemplo, Renata Sorrah, Tonico Pereira, Lázaro Ramos, entre outros, este filme foi todo rodado remotamente, durante a pandemia da COVID-19.
    Bia atuou no curta-metragem “Cojones, Marina”, dirigido por Mia Lima Rocha, exibido no Estação NET Botafogo RJ e na Casa Guilherme de Almeida SP, que foi selecionado para os festivais: MacacuCine 2022, Petit Pavé 2022, 2º Festival de Cinema Sol Maior, Cine dos Campos, Festival Humor na Tela, Festival FIAM-FAAM, FITA e CineBazar. A atriz interpretou Nina, a protagonista da história, uma menina que romantiza a sua vida como se fosse um musical. Bia, no papel de Virgínia, também protagonizou o curta “Esquecemos Como Amar”, ao lado de Vítor Hugo Guimarães, com direção de Lia Fortes, exibido no Galpão Ladeira das Artes, em 2022. Nesta história, um homem e uma mulher acordam sem lembrar um do outro, mas tudo indica que são um casal há anos.

    Ainda em 2022, Beatriz ficou em temporada com a peça “O Cálice”, dirigida por Cacá Mourthé, no teatro O Tablado. O elenco do espetáculo, que trazia a jornada de Rei Arthur, junto aos cavaleiros da Távola Redonda, na busca do Cálice Sagrado foi indicado à categoria de “Jovem Talento” no Prêmio APTR de 2023. Em 2021, ela participou de “Palavra Alada”, série educativa sobre literatura brasileira exibida na TV Escola, dirigida por Flávia Guayer.

    Decidida desde muito cedo a seguir na profissão, a atriz leva a sério o estudo na sua formação para aprimorar a carreira. Sua experiência no teatro começou em 2011 nas práticas de teatro do Instituto de Aplicação Fernando Rodrigues da Silveira (CAp-UERJ). Em 2016, Bia começou a fazer aulas no Teatro O Tablado onde ficou por 7 anos e foi aluna de Cacá Mourthé e de Andreia Fernandes. A atriz também fez aula de canto coral entre 2018 e 2020 no Colégio São Vicente de Paulo, participando dos coros SVEM (Coro São Vicente Ensino Médio) e SVAC (São Vicente A Cappella). Em 2019, representando o Brasil, se apresentou no Festival Internacional Summa Cum Laude Youth Music Festival com o coro SVAC regido por Patrícia Costa, grande nome do canto coral brasileiro. O grupo ficou em primeiro lugar na categoria Mixed Choir, com título de Outstanding Success. Além deste festival na Áustria, também houve apresentações na Alemanha e na República Tcheca. Em 2020 e 2021, Beatriz fez parte do Grupo de Teatro Zadregos, do mesmo colégio. Bia estudou ballet Clássico e contemporâneo durante a primeira infância, jazz e hip-hop na adolescência e, atualmente, é monitora do curso de Movimento e Percepção na UNIRIO, onde cursa Atuação Cênica desde 2023.

    “Ser artista é uma profissão muito romantizada na ideia da imagem, da fama. Isso tira o foco do que realmente está por trás da carreira. Para exercer o trabalho, você não precisa ter uma formação acadêmica, mas eu escolho todos os dias ser aluna de atuação. Acho importante saber a história da minha profissão e conhecer um pouco de tudo: figurino, luz, cenário…o que é possível dentro de uma Universidade. Considero fundamental uma Universidade pública de artes porque é uma forma de validar a profissão pela população. Meu sonho é que as pessoas achem tão importante o ensino público de teatro como o de engenharia”, declara a jovem atriz que sabe aonde quer chegar e se prepara diariamente para construir sua trajetória na arte.

    Crédito das fotos: Ruy Duarte

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